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The Wrap: Se te derem limões…

Apesar de terem enfrentado grandes recessões, os EUA sempre se recuperaram rapidamente. Saiba como isso ocorreu e o que esperar da economia americana em caso de adversidades

Se te derem limões…

Com o mundo correndo o risco de entrar em mais uma recessão, talvez seja um bom momento para ver como os limões de crises passadas foram transformados em limonada. Mais especificamente, vamos ver quantas empresas foram fundadas durante o auge da última grande recessão, na crise de 2008 (que, na verdade, perdurou de junho de 2007 a junho de 2009) no mercado onde a maioria de nossos clientes investe, os EUA.

 

Para obter uma lista das indústrias com melhor desempenho em Wall St durante a crise de 2008, confira nossa edição anterior do The Wrap: Vencedores do bear market.

 

Uma nação de empreendedores

 

Nos EUA, a situação econômica chegava a ser pior que no Brasil, pois o país vinha passando por um forte período de crescimento, graças a um ciclo de commodities. Em 2006, os EUA tinham 6 milhões de empresas no total. Em 2009, esse número havia caído para 5,8 milhões – uma queda de -3,3%.

 

Ainda assim, novos negócios suficientes foram abertos em 2009 para responder por 2 milhões de empregos em todo o país. Embora este tenha sido um declínio em relação ao ano anterior, em 2010 houve crescimento líquido em dois segmentos específicos de PMEs: aqueles com até 4 funcionários e entre 10–19 funcionários (de acordo com o Censo Federal dos EUA). Isso mostra a resiliência da cultura da pequena empresa americana e seu impacto na criação de empregos.

 

A terra da oportunidade

 

Para uma crise que derrubou os mercados, drenou a liquidez global e abalou todos os países ao redor do mundo, a crise de 2008 causou relativamente pouco dano ao número total de empresas nos EUA. Mesmo em uma situação inóspita, novas empresas continuaram a oferecer uma quantidade significativa de novos empregos no país. Mais uma prova de que há sempre  oportunidades, não importa o quão ruim os mercados fiquem.

 

*Esse conteúdo é apenas informativo e não deve ser entendido como uma oferta ou recomendação de investimentos.


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