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As favoritas dos investidores

A Tesla garante o primeiro lugar no ranking das ações mais negociadas por clientes da Stake em todo o mundo. Mas quem são as outras empresas que dividem o pódio aqui no Brasil?

Três empresas disputam o pódio de preferências dos investidores e clientes brasileiros da Stake: Apple, Microsoft e Tesla. Entre os inúmeros motivos, está o alto desempenho e resultados constantes das big techs.

Confira as principais curiosidades das empresas que compõem o top 3:

Apple

A Apple aparece no segundo lugar do ranking de ações mais negociadas pelos clientes brasileiros da Stake. A marca da maçã é uma das favoritas diante de sua qualidade e inovação em produtos de alta tecnologia.

Os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano fiscal de 2021  foram animadores para os investidores: a empresa registrou recorde histórico de receita no valor de US$ 111,4 bilhões, aumento de 21% em comparação aos anos anteriores, e lucro diluído de US$ 1,68 por ação, que corresponde a um aumento de 35%. As vendas internacionais representaram 64% da receita do trimestre.

Luca Maestri, CFO da Apple, explicou, na época do anúncio, que o desempenho no trimestre foi impulsionado por um crescimento de dois dígitos em cada categoria de produto. “Isso gerou recordes históricos de receita em nossos mercados regionais e um recorde histórico na nossa base de usuários de aparelhos existentes”. Segundo o diretor, esses resultados geraram um fluxo de caixa operacional recorde de US$ 38,8 bilhões. “Também devolvemos mais de US$ 30 bilhões aos acionistas durante o trimestre”, completou. O conselho diretor da Apple declarou dividendos em espécie de US$ 0,205 por ação ordinária da empresa.

O início de junho, por exemplo, deve trazer boas novidades para os investidores e fãs da marca. No dia 7/06 teve início a Conferência Mundial para Desenvolvedores da Apple (WWDC, em inglês) e entre os anúncios esperados está o lançamento do iOS 15, watchOS 8, macOS 12, iPadOS 15, além de outras surpresas. Vale ficar de olho!

Microsoft

A Microsoft é uma das primeiras e mais tradicionais big techs do mundo. Fundada por Bill Gates e Paul Allen em abril de 1975, praticamente foi responsável por substituir as máquinas de escrever e os mimeógrafos dos escritórios. Naquela época, quase ninguém sabia nada sobre microcomputadores e os dois jovens acreditaram que essas máquinas seriam o futuro. O grande sonho dos rapazes era justamente que todas as mesas de todos os escritórios e todas as casas tivessem um computador.  Deu certo, não é mesmo?

Nos anos 1980, a Microsoft entrou no ramo de sistemas operacionais. De lá para cá, o sonho se tornou realidade e, hoje, os computadores estão, não só nas casas e escritórios, mas na palma da mão da maioria das pessoas.

E a Microsoft não para de crescer. No primeiro trimestre de 2021, apresentou faturamento de US$ 41,7 bilhões, número que representa alta de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido da empresa atingiu US$ 15,5 bilhões, crescimento de 44% em relação ao 1º trimestre de 2020. E os papéis da empresa acumularam valorização de 50% no ano passado. Segundo a companhia, a divisão de computação em nuvem Azure cresceu 50% no trimestre.

Entre as novidades da Microsoft, a mais aguardada é uma possível  nova edição do Windows, o Windows 11, que poderá ser apresentada no dia 24 de junho. Mais do que uma “atualização do Windows 10”, a nova versão pode trazer novas funcionalidades, além de uma Windows Store remodelada e rejuvenescimento de interface gráfica e iconografia.

Além disso, a Microsoft quer ajudar a tornar as eleições americanas mais confiáveis e está testando um software que protege individualmente cada voto com um processo de criptografia, o que reduz a probabilidade de adulteração. O ElectionGuard já está em teste e foi desenvolvido como parte do projeto “Defendendo a Democracia”.

Para seu cofundador, Bill Gates, conhecido entre os mais ricos do mundo, 2021 está sendo um ano de grandes transformações. No fim de maio ele anunciou o fim do casamento com Melinda French Gates, após 27 anos de união. O acontecimento colocou a Microsoft, Bill Gates e a Fundação Gates ainda mais nos holofotes.

Tesla

Por que será que a Tesla é a campeã das campeãs entre os investidores da Stake? Recentemente, explicamos alguns dos motivos e apresentamos curiosidades sobre a montadora de carros elétricos americana. Você pode conferir clicando aqui.

O que é sabido por todos os investidores é que seu fundador, Elon Musk, é visionário, inteligente e poderoso, e que seus comentários são capazes de influenciar fortemente os mercados, principalmente o de bitcoin, já que ele é um grande investidor e entusiasta da moeda digital.

A empresa fechou o 1º trimestre de 2021 com lucro de US$ 438 milhões, ante US$ 16 milhões do mesmo período no ano passado — alta de 2.638%. Este é o sétimo trimestre de lucro da companhia. Além disso, a Tesla apresentou receita líquida de US$ 10,4 bilhões (alta de 74% no mesmo período do ano passado) e vendeu um total de 184 mil veículos, sendo 180 mil dos modelos 3 e Y.

O resultado foi impulsionado, também, pelas reduções no custo dos veículos elétricos e, ainda, pela venda de bitcoins, que gerou um impacto positivo de US$ 101 milhões depois de a empresa ter desembolsado US$ 1,5 bilhão na moeda digital em janeiro deste ano. Outro fator que contribuiu foi a venda de créditos de carbono para outras montadoras, cuja receita foi de US$ 518 milhões.

Entre as novidades esperadas ainda para 2021, estão as inaugurações de fábricas no Texas e em Berlim. Atualmente, a montadora possui fábricas apenas na Califórnia e em Xangai.

 

*Esse conteúdo é apenas para informação e não deve ser entendido como uma oferta ou recomendação de investimentos. Performance passada não garante resultados futuros.


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