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The Wrap: Retrospectiva 2021

O ano de 2021 começou de um jeito e terminou de outro. Por conta disso, fica difícil lembrar de tudo que aconteceu nos últimos meses. Pensando nisso, o The Wrap relembrou alguns dos principais acontecimentos do ano que passou.

Retrospectiva 2021

Esse ano foi, no mínimo, agitado e curioso.  É fácil lembrar das Olimpíadas de Tóquio 2020, que deixou muita gente com o fuso horário trocado, mas e o bloqueio do Canal de Suez? A chegada de um robô da Nasa em Marte? Pois é. Tudo isso aconteceu em 2021.

 

Agora terminamos o ano com perspectivas melhores e a esperança de que em 2022 a vida volte ao normal. Mas enquanto esse novo ano não chega, trazemos o que foi destaque nesses últimos 330 e tantos dias, afinal, recordar – e analisar trajetórias de algumas empresas – é viver!

 

Meta(verso)

 

O Facebook mudou o nome de seu conglomerado, que agora vai se chamar Meta. A justificativa oficial da empresa é que isso indica o foco da empresa no “Metaverso”, um universo de realidade virtual onde a empresa de Mark Zuckerberg pretende expandir sua atuação.

 

Para conseguir o nome, o antigo Facebook teve que pagar US$ 60 milhões para um banco do estado americano da Dakota do Sul.

 

O plano de Zuckerberg é popularizar ambientes virtuais através da realidade aumentada e, para isso, já disponibilizou uma versão beta de seu jogo de realidade virtual social para os Estados Unidos e Canadá. Já há notícias de pessoas pagando milhões de dólares para comprar casas em locais privilegiados do Metaverso.

 

A mudança de nome também foi fortuita para a empresa de Mark Zuckerberg já que ela enfrenta diversos problemas nas cortes americanas com acusações de práticas danosas a seus usuários.

 

Elon Musk

 

Ele foi a personalidade do ano. E não, não somos nós dizendo, mas sim a revista Time que escolheu o empresário como símbolo de 2021.

 

As razões da escolha são muitas. A primeira diz respeito a sua marca de carros, a Tesla, que já desbancou empresas centenárias e é a maior montadora do mundo em questão de valor de mercado. Chegou a atingir a marca de US$ 1 trilhão de valor ao longo de 2021.

 

Outro ponto de destaque é sua empresa de constelação de satélites, a Starlink, que já conta com 1.700 satélites em órbita e tem planos para expandir para 30 mil unidades. Com o serviço, Musk estima que pode gerar receitas de até US$ 1 trilhão devido à amplitude do projeto, que promete levar conexões de alta velocidade para lugares remotos da terra.

 

Porém, sua grande vedete em 2021 foi a SpaceX, empresa de turismo espacial de Musk que realizou neste ano seu primeiro voo com turistas. Agora, a empresa já lança foguetes em órbita regularmente, alguns com astronautas formados.

 

O sucesso da empreitada espacial foi tamanho que a Nasa deu para a SpaceX o direito de desenvolver o foguete que vai levar o homem para a lua nos próximos anos.

 

Perseverance chega a Marte

 

Falando em espaço, 2021 teve uma grande notícia de outro planeta: a chegada do robô Perseverance à Marte. A máquina foi lançada da terra em 2020 e demorou pouco mais de um ano para chegar no planeta vermelho.

 

Equipado com ferramentas de exploração e transmissão, o Perseverance envia diariamente para a Terra imagens e até sons nunca vistos (ou escutados) de Marte.

 

Além disso, o robô está coletando materiais do planeta e encontrou traços de elementos químicos orgânicos em Marte, um indicativo de que pode existir a possibilidade de haver vida por lá.

 

Bloqueio do Canal de Suez

 

Um cargueiro. Isso foi suficiente para afetar toda a cadeia de logística do mundo e bloquear um dos principais canais marítimos do planeta, principal acesso entre a Ásia e a Europa.

 

Esse foi o feito do Ever Given, navio cargueiro que, ao passar pelo Canal de Suez, recebeu uma rajada de vento lateral que o deixou atravessado no canal, impedindo a passagem de qualquer embarcação pelo local por quase uma semana.

 

Empresas ligadas ao comércio marítimo estimam que o bloqueio causou prejuízos de mais de US$ 300 bilhões, já que a ligação Europa-Ásia teve que ser feita contornando a África no período em que o Canal de Suez ficou bloqueado. Uma prova de que alguns incidentes mudam o rumo de muita coisa!

 

Amazon compra MGM Studios

 

Dos grandes estúdios de cinema de Hollywood, aquele que estava com pior situação financeira há anos era o MGM Studios, dono dos direitos de franquias como 007. A situação financeira da empresa quase centenária foi resolvida graças a Jeff Bezos, que comprou o estúdio por US$ 8,45 bilhões.

 

Essa foi a segunda maior aquisição da Amazon após comprar a Whole Foods por US$ 13,7 bilhões em 2017. A ideia é que o catálogo de 4 mil filmes e 17 mil séries de TV sejam incorporados ao serviço de streaming da Amazon, o Prime Video.

 

Além disso, a Amazon agora tem em mãos grandes propriedades intelectuais que podem se tornar filmes exclusivos da empresa no futuro.

 

E aí, qual notícia bombástica você incluiria nessa retrospectiva?

 

*Esse conteúdo é apenas informativo e não deve ser entendido como uma oferta ou recomendação de investimentos.


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