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The Wrap: NBA: o segredo do sucesso

Você também acompanhou a final da temporada da NBA em que os Bucks ganharam o título, consagrando-se pela segunda vez, campeões da liga de basquete norte-americana? Vamos te contar os principais ensinamentos sobre investimentos e marketing que garantem o sucesso da NBA há 75 anos.

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NBA: o segredo do sucesso

Ontem chegou ao fim a temporada 2020/2021 da NBA (National Basketball Association). A disputa entre Phoenix Suns e Milwaukee Bucks aqueceu o ginásio Fiserv Forum, em Wisconsin, e a casa de vários torcedores ao redor do mundo que acompanhavam a final da liga de basquete. Com o placar a 105 x 98, em um esquema de “melhor de 7”, o Bucks ganhou por 4 a 2 em cima do Suns e garantiu o troféu, consagrando-se pela segunda vez, campeões da liga de basquete norte-americana.

Talvez você esteja se perguntando o que a NBA tem a ensinar sobre investimentos e marketing? E qual o segredo de seu sucesso após 75 anos? Vamos te contar!

A NBA possui 30 franquias (29 nos Estados Unidos e 1 no Canadá). Seus jogadores são os mais bem pagos esportistas do mundo e, em termos financeiros, nenhuma outra liga cresceu tanto nos últimos anos. A liga nacional de basquete não divulga relatórios financeiros detalhados, já que não tem capital aberto, mas segundo levantamento da revista americana Forbes, em 2009, as receitas totais da NBA eram de US$ 3,7 bilhões. Já em 2019, dez anos depois, o número mais do que dobrou, chegando a US$ 8,01 bilhões, o que segundo a revista daria um valuation médio de US$ 1,9 bilhão para cada uma das 30 equipes da liga.

O sucesso financeiro da NBA não se trata de sorte, e sim de uma gestão empresarial extremamente habilidosa. Bem antes da existência de influenciadores e das redes sociais, a liga fez um grande negócio ao transformar seus atletas em superastros. Quem era criança nos anos 1990 deve se lembrar, por exemplo, do filme Space Jam, protagonizado por Michael Jordan, na época, estrela do Chicago Bulls, e Pernalonga, personagem dos Looney Tunes. A estratégia foi tão bem-sucedida que o filme acaba de ganhar uma nova versão, o “Space Jam: Um novo legado”, 25 anos depois, estrelado agora pelo atual campeão da NBA e ícone mundial LeBron James, do Lakers.

Mais uma excelente estratégia da NBA foi internacionalizar seus jogadores, ou seja, integrar nas equipes astros de diversas nacionalidades para conseguir se aproximar de outras culturas e alcançar torcedores do mundo todo. O Bucks, que ganhou o título nesta temporada, tem como principal estrela o greco-nigeriano Giannis Antetokounmpo. Já o Suns, que estava na disputa pelo título, conta com o bahamense Deandre Ayton como pivô.

Com os jogadores em evidência, é a vez de grandes empresas disputarem para conseguirem associar suas marcas à eles. Podemos ver esse movimento no relatório anual de marketing e parcerias da NBA, que costuma ranquear os atletas que mais possuem patrocínios e acordos com marcas. Na edição de 2020-2021, Lebron James aparece como o recordista de negócios, com 26 parcerias, seguido de Trae Young, do Atlanta Hawks, com 22, e Damian Lillard, do Portlan Trailblaze, com 21 parcerias.

Falando sobre patrocínios, o evento também é bastante concorrido entre empresas querendo garantir o seu espaço. Mesmo sendo uma temporada atípica com menos jogos e partidas sem público, a NBA aumentou ainda mais as cifras relacionadas ao campeonato ao conquistarem o apoio de empresas que atuam no mercado financeiro e tecnologia como KeyBank, TaxAct, Chime, UberEats, Doordash, Coinbase, Crypto.com e Therabody.

Já deu para entender que o profissionalismo e foco da NBA vão além do esporte e que, investir na liga de basquete tem se tornado cada vez mais frequente, ainda que para um grupo seleto de bilionários, ex-jogadores ou investidores profissionais. Um estudo da empresa de dados financeiros PitchBook comparou a valorização do índice S&P 500, que mede o mercado de ações americano reunindo as 500 maiores empresas do mundo, com a valorização média das equipes da NFL, MLB, NBA, NHL no período de 2002 a 2020. O resultado dessa comparação é que a NBA cresceu 2,55 vezes mais no período do que o S&P. Não à toa, em 2021 a liga aprovou a compra de parte de cada franquia por parceiros institucionais e fundos de investimento.

Será que no futuro o investidor pessoa física também poderá comprar ativos da NBA?

O que estamos assistindo | “Explicando” – Netflix

Explicando” é uma série do Netflix que já conta com três temporadas. Todas as sextas-feiras, um novo episódio fica disponível ao assinante do streaming. A ideia do projeto é explicar em vídeos curtos (menos de 20 minutos, normalmente) assuntos complexos e variados.  Na temporada 1, por exemplo, há um episódio que explica por que as mulheres ganham menos, outro sobre o mercado de ações, um dedicado a criptomoedas e outro que aborda a diferença de riqueza entre brancos e negros.

A série fez tanto sucesso que conta agora com minisséries sobre temas mais macro. É o caso de “Explicando… Dinheiro”, que foi lançada em 2021 e conta com 5 episódios. Para o investidor, além de “Explicando… Dinheiro”, vale a pena focar em todas as temporadas da série. É informação e entretenimento garantidos.

5 maiores altas da semana

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5 maiores quedas da semana

  • Bright Health Group (BHG) -26,1%
  • RLX Tech (RLX) -19,8%
  • Gaotu TechEdu (GOTU) -18,8%
  • Ouster (OUST) -15,1%
  • Agiliti (AGTI) -14,8%

Rapidinhas de mercado

Windows sob demanda

A Microsoft anunciou na quarta-feira (14) que vai lançar uma versão do Windows baseada na nuvem. A ideia do produto, batizado de Windows 365, é tornar mais simples o acesso a programas que precisam do sistema operacional. A versão sob demanda foi criada para facilitar que os usuários tenham acesso mais rápido a um computador não importa onde eles estejam.

Verizon Business e Mastercard

A Verizon Business assinou na terça-feira (13) um acordo com a Mastercard para usar 5G e tecnologia sem fio em pagamentos sem contato. Segundo a Reuters, operadoras de telecomunicações como a Verizon estão buscando expandir sua atuação para negócios que vão de robótica à fintechs. As empresas também planejam fornecer checkout automático em lojas de varejo autônomas, lojas de conveniência sem atendentes e caixas.

Binance exclui tokens de ações

A Binance, considerada a maior exchange de criptomoedas do mundo, informou na sexta-feira (16) que não irá mais vender tokens digitais vinculados a ações. Autoridades no mundo todo têm se preocupado com a proteção do consumidor e o uso de moedas digitais para lavagem de dinheiro.


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