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Rodrigo Oliveira: “Os EUA têm um mercado muito maduro. Isso inclui, além da logística robusta, tecnologia e nível de excelência altíssimo”

Após se consolidar como um dos grandes nomes da gastronomia brasileira, o chef Rodrigo Oliveira se aventurou fora do país e abriu o Caboco, seu primeiro restaurante no exterior, em Los Angeles. Veja nossa conversa exclusiva com o chef no De Olho em Wall Street desta semana.

O chef Rodrigo Oliveira estreou sua carreira internacional no final deste ano, com a abertura de seu primeiro restaurante fora do Brasil, em Los Angeles. Em conversa com a Stake Rodrigo falou sobre as diferenças entre países.

 

Filho de pernambucanos, o chef de cozinha Rodrigo Oliveira já era um nome conhecido por comandar o Bar Mocotó,  na Vila Medeiros, em São Paulo. Em 2020, depois de muitas propostas e análises, resolveu abrir, em Los Angeles, o Caboco,  seu primeiro restaurante fora do país.

 

Para entrar no mercado americano, o chef se preparou por cinco anos. Confira a conversa exclusiva, onde ele fala sobre o processo que o levou a sua primeira empreitada internacional e as diferenças do mercado americano para o brasileiro.

 

Como surgiu a ideia de abrir um restaurante em Los Angeles?

Fui convidado há mais de quatro anos pelo Bill Chait para abrir um restaurante na cidade. Mas na época eu não tive interesse, mas eles insistiram muito para que eu fosse para Los Angeles pelo menos para uma conversa. Levei comigo o Victor Vasconcellos, meu amigo e chef, que já tinha trabalhado aqui comigo no Esquina Mocotó e no Balaio IMS e eu sabia que ele tinha interesse em morar em Los Angeles. Até pensei que poderia só fazer a apresentação e ficar de fora, rs. Mas, quando eu vi a estrutura que eles tinham nos outros restaurantes da cidade, pensei que poderia ser uma grande oportunidade.

 

Se preparou para o início da carreira internacional? Como?

 

Foi um longo preparo, em todos os sentidos. Foram 5 anos desde o primeiro contato até a abertura oficial, contando com uma pandemia no caminho. Foi tempo suficiente para que entendêssemos melhor o mercado, o público e o momento pós pandemia

 

Como avalia as diferenças do mercado americano e do mercado brasileiro? Tanto no mundo da gastronomia quanto no mundo dos negócios?

 

Os EUA têm um mercado muito maduro. Isso inclui, além da logística robusta, alta tecnologia e nível de excelência altíssimo, um público já muito bem-educado em todos os sentidos. Sinto que estamos aportando algo novo ao mercado americano e trazendo muito know-how para cá. Está sendo uma troca riquíssima.

 

Em um contexto político-econômico instável, quais os principais riscos para o investidor? Como se proteger?

 

Sobre meus negócios, sempre tento olhar para o valor de um projeto no longo prazo. E valor no sentido mais amplo da palavra, especialmente no âmbito social. O quão positivamente um negócio pode impactar o mercado e a comunidade será sempre um grande ativo.

 

 

 

 

 

*Esse conteúdo é apenas para informação e não deve ser entendido como uma oferta ou recomendação de investimentos. Performance passada não garante resultados futuros. As opiniões expressadas nesse artigo são do entrevistado e não representam necessariamente a opinião da Stake.


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